Principais conclusões:
- Habilidades redefinindo o trabalho: mais de 60% acreditam que credenciais digitais e portfólios de habilidades verificáveis se tornarão o padrão para demonstrar valor profissional até 2030.
- O medo da obsolescência na Geração Z: 65% dos trabalhadores da Geração Z temem que os rápidos avanços da IA e da automação os tornem irrelevantes no mercado de trabalho.
- A certificação impulsiona a carreira: 86% concordam que habilidades certificadas ampliam as oportunidades de emprego e de crescimento profissional.
- Dois conjuntos de habilidades para o futuro: os profissionais buscam certificações tanto em áreas técnicas (IA, análise de dados, letramento digital) quanto em habilidades duradouras (resolução de problemas, comunicação, criatividade).
- A aprendizagem contínua é essencial: mais de 80% concordam que a aprendizagem ao longo da vida é fundamental para o sucesso na carreira, e a perseverança aparece como uma habilidade-chave para o crescimento no longo prazo.
Tendências emergentes:
- Evidências como moeda: os empregadores valorizam cada vez mais provas concretas de habilidades em vez de diplomas acadêmicos.
- FOBO (Fear of Being Obsolete, o medo de se tornar obsoleto): os profissionais se preocupam com a necessidade constante de atualizar suas habilidades.
- Contratação baseada em habilidades: as empresas priorizam competências práticas em vez de diplomas nos processos seletivos.
- IA e letramento digital: cresce a demanda por habilidades relacionadas à inteligência artificial e à tecnologia digital.
- Portfólios de habilidades: portfólios digitais de habilidades e microcredenciais estão substituindo os currículos tradicionais.
Oportunidades e desafios:
Apesar dos avanços no acesso à educação e na mobilidade profissional, as políticas públicas e os sistemas educacionais ainda não estão totalmente alinhados às novas demandas do mercado. Aproximar as habilidades exigidas pelos empregadores do reconhecimento institucional dessas competências continua sendo um desafio significativo.


